Nesta sequência, em 1982 são abertos ao público os sublanços Condeixa/Coimbra/Mealhada que, além de escoarem o trânsito de Coimbra, no sentido Norte/Sul, vieram também melhorar as condições de acesso a Viseu, Guarda e Vilar Formoso.
Ainda em 1982, um projecto do plano Nacional de Transportes, executado por consultores estrangeiros, considera a Auto-estrada da Costa do Estoril, A5, uma “obra para privilegiados”. Mais uma vez a construção da A5 seria atrasada.
Em 1983, a extensão das Auto-estradas abertas ao público é de 158 km, com a entrada em serviço dos sublanços Albergaria/Estarreja/Feira, concluídos com sucesso apesar do difícil período financeiro que a BRISA atravessa.
1988 é um ano dominado pelo planeamento de obras a lançar no futuro. Esta programação viria a dar frutos muito em breve.
Em 1989 é aberto o tráfego no sublanço Porto/Maia, logo no mês de Março, seguindo-se, em Novembro, os sublanços Maia/Santo Tirso/Famalicão/Cruz, na A3.