Anos 80

No início dos anos 80 a extensão de Auto-estradas exploradas pela BRISA é de 104 km, 12 dos quais não sujeitos a pagamento de portagens.
No início dos anos 80 a extensão de Auto-estradas exploradas pela BRISA é de 104 km, 12 dos quais não sujeitos a pagamento de portagens - Almada/Fogueteiro e Carvalhos/S. Ovídeo.

Nesta sequência, em 1982 são abertos ao público os sublanços Condeixa/Coimbra/Mealhada que, além de escoarem o trânsito de Coimbra, no sentido Norte/Sul, vieram também melhorar as condições de acesso a Viseu, Guarda e Vilar Formoso.

Ainda em 1982, um projecto do plano Nacional de Transportes, executado por consultores estrangeiros, considera a Auto-estrada da Costa do Estoril, A5, uma “obra para privilegiados”. Mais uma vez a construção da A5 seria atrasada.

Em 1983, a extensão das Auto-estradas abertas ao público é de 158 km, com a entrada em serviço dos sublanços Albergaria/Estarreja/Feira, concluídos com sucesso apesar do difícil período financeiro que a BRISA atravessa.

Em 1984 a BRISA perde a concessão para a construção de um lanço de 28 km entre o Porto e Famalicão. Mas, logo de seguida candidata-se ao concurso público internacional para uma nova concessão a norte do Rio Douro.
Em 1985 assiste-se ao relançamento da BRISA, ao vencer aquele concurso. Assim, em Outubro é-lhe outorgada a concessão das Auto-estradas a norte do Rio Douro, com prolongamento da A3 até Cruz e com a A4, entre Águas Santas e Campo.
No final de 1987 inauguram-se os sublanços Mealhada/Aveiro (Sul)/Albergaria. Está construída e em serviço a primeira grande extensão contínua de Auto-estrada em Portugal, com 115 km.
No cômputo total, a rede Auto-estradas em exploração atinge os 196 km.

1988 é um ano dominado pelo planeamento de obras a lançar no futuro. Esta programação viria a dar frutos muito em breve.

Em 1989 é aberto o tráfego no sublanço Porto/Maia, logo no mês de Março, seguindo-se, em Novembro, os sublanços Maia/Santo Tirso/Famalicão/Cruz, na A3.